{"id":728,"date":"2020-01-15T15:42:00","date_gmt":"2020-01-15T18:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.gcouto.com.br\/novosite\/?post_type=_publicacoes&#038;p=728"},"modified":"2024-09-20T15:50:08","modified_gmt":"2024-09-20T18:50:08","slug":"venture-debt-como-modalidade-alternativa-de-funding-para-start-ups","status":"publish","type":"_publicacoes","link":"https:\/\/www.gcouto.com.br\/en\/_publicacoes\/venture-debt-como-modalidade-alternativa-de-funding-para-start-ups\/","title":{"rendered":"Venture debt como modalidade alternativa de funding para start-ups \u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 usual que start-ups busquem financiamento para a expans\u00e3o de suas atividades por meio da capta\u00e7\u00e3o de investidores dispostos a adquirir participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria das empresas. Quando a capta\u00e7\u00e3o ocorre em est\u00e1gios mais embrion\u00e1rios (e.g., investimentos realizados por anjos e rodadas pr\u00e9-seed), \u00e9 igualmente comum que o investimento ocorra por meio de m\u00fatuos convers\u00edveis em participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de essa ser a regra, uma modalidade alternativa de funding \u2013 praticada em maior escala nos EUA (onde h\u00e1 alguns anos esse mercado j\u00e1 movimenta cerca de 4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares por ano) \u2013 come\u00e7a a ganhar espa\u00e7o no cen\u00e1rio brasileiro: o venture debt (VD).<\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se da concess\u00e3o de financiamento a start-ups na forma de d\u00edvida, que em regra se d\u00e1 mediante a emiss\u00e3o de instrumentos (tais como deb\u00eantures e CCBs), n\u00e3o convers\u00edveis em equity, com prazos e taxas vari\u00e1veis conforme o caso concreto.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os principais fatores atrativos que fazem com que start-ups recorram a essa modalidade de funding, podemos destacar os seguintes: (i) evitar a dilui\u00e7\u00e3o excessiva dos s\u00f3cios mediante capta\u00e7\u00e3o de recursos adicionais por meio de nova rodada de investimento (n\u00e3o \u00e9 demais frisar a relev\u00e2ncia de um cap table equilibrado para futuras capta\u00e7\u00f5es); (ii) o uso dos recursos para desenvolvimento do neg\u00f3cio ou atingimento de milestones que colocar\u00e3o a empresa em uma posi\u00e7\u00e3o mais favorecida para, no curto ou m\u00e9dio prazo, captar investimentos adicionais no \u00e2mbito de nova rodada de investimento via equity (inclusive a um valuation maior, em vista dos resultados alcan\u00e7ados at\u00e9 aquele momento); e (iii) a proximidade com o venture lender (VL), que pode participar de (e estimular a participa\u00e7\u00e3o de outros potenciais investidores em) futuras rodadas de investimento, contribuindo para o sucesso da capta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, por vezes, o VD permite alongar a capta\u00e7\u00e3o de equity realizada, em racional semelhante ao de um empr\u00e9stimo-ponte (<em>bridge loan<\/em>) tomado em car\u00e1ter preparat\u00f3rio \u00e0 pr\u00f3xima rodada de investimentos. Esse mecanismo pode se tornar bastante interessante \u2013 e conveniente \u2013 para as empresas em dados momentos, principalmente quando a opera\u00e7\u00e3o cresce mais r\u00e1pido do que as proje\u00e7\u00f5es iniciais e o empreendedor passa a lidar com um \u201cdilema positivo\u201d: abreviar a pr\u00f3xima rodada e acelerar os planos de expans\u00e3o do neg\u00f3cio (ao custo de se ver dilu\u00eddo e precipitar discuss\u00f5es sobre valuation) ou buscar outros meios de manter, tanto quanto poss\u00edvel, o cronograma original, sem com isso prejudicar o crescimento das atividades.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto interessante aos olhos do empreendedor \u00e9 o fato de que a opera\u00e7\u00e3o de VD pode normalmente ser arranjada em prazo muito inferior ao de um investimento via equity, haja vista que (i) o n\u00edvel de detalhe exigido pelo VL no curso de sua due diligence n\u00e3o necessariamente ser\u00e1 o mesmo pretendido por um investidor tradicional (sobretudo se houver garantias s\u00f3lidas) e (ii) os contratos e documentos necess\u00e1rios para a formaliza\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o s\u00e3o menos negociados (normalmente seguem templates do VL, com mudan\u00e7as pontuais).<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o VL, apesar de solicitar (i) acesso a informa\u00e7\u00f5es financeiras da empresa e (ii) a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas m\u00ednimas de governan\u00e7a e controle (como auditoria de suas demonstra\u00e7\u00f5es financeiras), n\u00e3o tem por h\u00e1bito interferir no dia-a-dia dos neg\u00f3cios, nem tampouco requer o direito de indicar executivos ou membros do conselho de administra\u00e7\u00e3o, o que reduz substancialmente a sua inger\u00eancia na atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Os empreendedores devem ter em mente, por\u00e9m, que esse modelo de financiamento, pela pr\u00f3pria natureza do risco envolvido para os VLs na concess\u00e3o do empr\u00e9stimo, possui algumas peculiaridades:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a uma, n\u00e3o deve ser encarado como op\u00e7\u00e3o \u00fanica de financiamento, mas como modalidade complementar a ser acessada por empresas que j\u00e1 receberam aportes anteriores; a bem da verdade, a exist\u00eancia de investidores pr\u00e9vios contribui para a credibilidade\/confiabilidade do neg\u00f3cio por ocasi\u00e3o da an\u00e1lise de elegibilidade a ser realizada pelo VL; e<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a duas, \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel apenas a empresas j\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o e com receita minimamente relevante, eis que o t\u00edquete m\u00ednimo oferecido normalmente deve representar um percentual do faturamento recente da start-up.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Adicionalmente, em termos de estrutura e caracter\u00edsticas, o venture debt pode ser condicionado \u00e0 concess\u00e3o de garantia pela tomadora dos recursos (sobre direitos de propriedade intelectual ou outros ativos intang\u00edveis, por exemplo) e\/ou conter a previs\u00e3o de um kicker sobre o faturamento ou na forma de participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse \u00faltimo formato, apesar de n\u00e3o ocorrer a desnatura\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o de d\u00edvida, o VL tamb\u00e9m recebe, em determinas hip\u00f3teses (previstas no instrumento de d\u00edvida), um percentual de participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria da empresa como pr\u00eamio de risco pela concess\u00e3o do empr\u00e9stimo.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, n\u00e3o \u00e9 demais lembrar que, como todo financiamento, o VD importa na assun\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00f5es financeiras que devem ser (i) realisticamente consideradas pelo empreendedor e sua equipe financeira e (ii) comparadas com outras op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis no mercado (inclusive linhas de cr\u00e9dito tradicionais, caso estas se revelem acess\u00edveis e mais baratas), a fim de evitar que a opera\u00e7\u00e3o leve \u00e0 ru\u00edna financeira da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outras palavras, por mais que a inje\u00e7\u00e3o de capital possa impulsionar o crescimento da empresa (a um custo de capital inferior ao de uma nova e imediata rodada de investimentos), o VD, se n\u00e3o for cuidadosamente avaliado, pode levar ao estrangulamento da start-up, haja vista que a obriga\u00e7\u00e3o resultante n\u00e3o \u00e9 semelhante \u00e0 do s\u00f3cio que adquire participa\u00e7\u00e3o na empresa (o qual \u00e9 titular apenas de direitos residuais), mas antes pode ser executada com base nos rem\u00e9dios legais e contratuais aplic\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o venture debt no Brasil esteja dando seus primeiros passos, uma vez validado o modelo pelo mercado (e percebido o espa\u00e7o que o instituto tem de atender \u00e0s necessidades de diversas empresas, considerados os aspectos brevemente abordados neste artigo), a demanda por essa modalidade de financiamento tende a crescer, com o que novos ve\u00edculos dever\u00e3o ser estruturados para oferecer essa op\u00e7\u00e3o a start-ups, contribuindo, assim, para o desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"parent":0,"template":"","categoria-publicacoes":[],"class_list":["post-728","_publicacoes","type-_publicacoes","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Venture debt como modalidade alternativa de funding para start-ups \u00a0 - Gra\u00e7a Couto<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.gcouto.com.br\/_publicacoes\/venture-debt-como-modalidade-alternativa-de-funding-para-start-ups\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Venture debt como modalidade alternativa de funding para start-ups \u00a0 - Gra\u00e7a Couto\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"\u00c9 usual que start-ups busquem financiamento para a expans\u00e3o de suas atividades por meio da capta\u00e7\u00e3o de investidores dispostos a adquirir participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria das empresas. 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